Continua o diálogo de Zand com a ruiva Knova (o certo é dragão fêmea ou dragoa?) parte do conto Escarlate.
- Há três dias me roubaram algumas coisas. E antes que me venha com piadinhas, para que não precise puní-lo por isso, eram um grupo de ladrões furtivos e com magos em seu meio.
- Deixa ver... E você quer que eu descubra quem foi?
- Sim, e traga de volta a mim meus bens. E essa escória para que possa puní-la.
- Ok, interessante. Mas como vou encontrá-los?
- Pelas obras que roubaram, certamente. Eu fiz a relação. Está na primeira gaveta daquela estante. Como você sabe, meus pertences não são vulgares. São únicos. É por eles que você vai rastrear quem os roubou.
- Ok, entendido. Só não entendi uma coisa... Com todo o respeito, você não poderia pesquisar isso na forma humana? Você é linda nessa forma também!
Ela pára um pouco e respira fundo, de costas para Zand.
- Você é bem mais eficaz que eu ao lidar com outros humanos, e para conseguir informações no seu submundo.
- Ah, obrigado! Primeira vez que ouço um elogio seu?! Estou comovido...
- Elogio?! E quem disse que eu considero aprazível saber lidar com humanos nojentos e sem honra?
Hmmm... Acho que a partir daqui só vou colocar um ou outro diálogo deste conto, diálogos que não estraguem a supresa de momentos-chave da história, né? ;-)





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