Blogópolis em luto: Adeus, Aldemir

A despedida é sempre um momento triste. Hoje nosso amigo Aldemir Silva, que estava internado há algumas semanas em São Paulo, faleceu. É sempre estranho quando alguém jovem e cheio de vida e idéias nos deixa assim de repente. É como se estivesse algo errado acontecendo. Por que alguém se vai tão jovem?
Aldemir, lamento não ter te conhecido pessoalmente, já que moramos no mesmo estado. Mas são coisas da vida... Poderia dizer tanta coisa, mas nessas horas não é tão simples assim.
Ainda espero um post de alguém dizendo que foi mal entendido, que Aldemir ainda está vivo e está se recuperando, mas o Sergio e o Bruno não publicariam algo assim tão sério sem ter conhecimento dos fatos...
Haja o que houver além da vida, espero que esteja feliz. Um dia a gente ainda se vê, em outra vida ou antes. Um abraço, Aldemir, vá em paz e com muita energia positiva!
-- Bardo
P.S.: A foto do celular é que está hoje no blog do Aldemir. E o celular mostra um caminho calmo e azul, como esperamos que seja calmo e azul o caminho que o espera.
P.S. 2: Por pelo menos todo este sábado o tema do Bardo.Castelodotempo.com ficará mudado para um dos temas padrão do Drupal (pouco chamativo) em lembrança de Aldemir. É o "minuto de silêncio" que consegui pensar...
Mais blogs: Infowester e Doufer. O Valongueiro também publicou e está mantendo uma lista de blogs, então deixo a bola com ele.





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Sabe.. Ao mesmo tempo que
Sabe.. Ao mesmo tempo que nos deparamos com essa triste notícias, ao menos é um consolo saber que, como bem disse o Cobalto, "blogueiros não morrem porque blogueiros não são esquecidos. Aldermir Silva é um blogueiro, e ele não morreu". (:
PS: Bardo, apesar deste ser um tema-padrão, ele até que caiu bem :P
Pois é, Mitchel, Aldemir
Pois é, Mitchel, Aldemir não será esquecido.
Sobre o tema, até que fica bonzinho, tirando que os comentários aparecem sem indicação de quem os publicou. :-/
Mas até que ajuda à idéia de impotência, desidentificar... (tirar o tema e trocar por um padrão é esquecer a própria identidade por um período, como forma de lembrar que muita coisa a que nos apegamos não tem tanta importância. É um ataque ao Ego, talvez...)
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