As cores se confundem eternamente
Em cada giro cósmico sem nexo
Que além do estranho vidro bi-convexo
Da nave de vanguarda se revira
A órbita se foi, ninguém sentira
Até que a vida achasse a conjunção
E o tempo então partiu, mas não em vão
É a si que a nave fita logo à frente
Que órbita outrora inexistente!
Que rota imaginária revogada!
Além da nave-mãe impaciente!
Além desse planeta, estranha cara!
O infinito molda a mão e a mente
E além dos dois, além, não há mais nada
-- Cárlisson Galdino
| Anexo | Tamanho |
|---|---|
| redplanet.jpg | 155.37 KB |





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