O Abraço (1.1)
Submitted by bardo on Terça, 04/04/2006 - 21:58
Mais um trovão nessa cidade hostil
Da luz nascem sombras à minha frente
E o tão escuro céu torna-se anil
E o nascer do Sol se faz iminente
Das sombras da luz vejo frente a mim
Sombrio vulto surgir lentamente
Tons femininos sob um véu nanquim
Olhos felinos, olhar reluzente
Não há qualquer momento em que se espere
Nossos corpos se aproximam, se tocam
Também meu espírito ao dela adere
Apenas a nós os astros enfocam
Num beijo vejo o que seus olhos querem
E os rubros brilhos da lua me afogam
-- Cárlisson Galdino




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Esta é antiga
Está é do milênio passado... Antes mesmo de eu ingressar na Universidade... (o que ocorreu ao final de 1998)
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